terça-feira, 8 de maio de 2012

Pandigital Novel 7 é tablet simples até no preço


Com olhar de Poliana, pode-se dizer que o Pandigital Novel 7 é um e-reader tão vitaminado que é quase um tablet. Isso porque ele é bom demais para ser um mísero leitor de livros digitais (conta com Android, roda jogos, tem suporte a diversos aplicativos). Mas é fraco o suficiente para concorrer com nomes como - quem diria! – Mid Tablet, Bak iBak-784, Foston FS M73t. Isso porque o bom e-reader não suporta Flash, só roda um arquivo por vez e demora muito para inicializar.

O fato é que o modelo, que foi originalmente apresentado ao mercado com um e-reader (graças a um acordo com a bookstore da livraria norte-americana Barnes and Nobles) é excelente para isso: ler livros. Ele tem tela agradável aos olhos, mesmo durante longos períodos, e forma com perfeição os caracteres que nela são apresentados (letras, números). Para quem quer um e-reader com um algo a mais, ele é perfeito. Mesmo porque o “algo a mais” não é tudo isso.


Uma vez ligado e conectado à internet, começa o papelão. Para quem deseja um tablet para jogar, o ideal é comprar algumas palavras cruzadas e usar a internet do portátil como suporte para respondê-las. Ele é lento aos comandos, o que inviabiliza a interatividade imediata.

Em um rápido teste, a reportagem recorreu ao “Guitar Solo Lite”, um aplicativo que transformaria o tablet em um violão. Basta tocar as cordas (exibidas no touchscreen) e ele responde com o som específico. Embora o áudio seja reproduzido com competência, o atraso com que ele respondeu aos acordes chamou a atenção. Caso seja usado para tocar “Parabéns a Você” em uma festa, o aniversariante pode esperar para cortar o bolo depois de 11 meses. Ou aproveitar para receber os abraços duplos, de dois aniversários em uma só vez.

Embora não aceite Flash, roda vídeos no YouTube por meio de um aplicativo especial. Ele conta ainda com uma bela moldura branca, tem entrada USB e de cartão SD (não incluso). A versão avaliada não tinha acelerômetro e o touchscreen era bastante resistente, devendo bastante em termos de sensibilidade. É tanto esforço para fazê-lo trocar de telas (exceção ao leitor de livros), que, de duas, uma: ou ele tem o touchscreen dormente ou quem acaba dormindo é o braço do usuário, por fadiga extrema.

Fonte: UOL

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